Depoimentos

Katia Affonso Fernandes [39 anos]

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"Eu não tinha nenhum sintoma clássico da doença, somente a infertilidade. Foi depois de muitos anos tentando engravidar que recebi o diagnóstico de endometriose.

Fiz a cirurgia de videolaparoscopia assim que tive o diagnóstico. Tanto a cirurgia quanto a recuperação foram tranquilas.

Assim, eu me recuperei da cirurgia me submeti ao processo de fertilização in vitro e consegui engravidar. A partir do momento em que recebi o diagnóstico e entendi o que estava acontecendo com o meu organismo, a minha história mudou."

Silvia M. de Almeida Fernandes [39 anos]

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"Eu sentia muita cólica e com o tempo as dores foram aumentando. Em função disso, procurei um especialista que diagnosticou a endometriose.

O tratamento inicial foi com anticoncepcional e não foi positivo. Busquei outro médico que me indicou a cirurgia. Após a cirurgia eu me surpreendi com uma recuperação tranquila.

Após um ano, fiz o tratamento para engravidar, o que consegui através da fertilização in vitro.

Hoje tenho um filho de 8 meses e continuo fazendo o acompanhamento médico de 6 em 6 meses. Com isso, levo uma vida normal como qualquer outra mulher."

Néri Tie Sugino [24 anos]

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"Eu descobri que tinha Endometriose após sofrer um aborto. Quando recebi o diagnóstico, fiz a cirurgia. Depois dela, optei por não fazer o tratamento, o que me levou a uma segunda cirurgia.

Agora estou aguardando o resultado de qual remédio eu terei de usar para fazer o tratamento.

Hoje eu me sinto bem tranquila devido as explicações sobre a doença e sei que em breve poderei voltar a praticar os esportes que gosto."

Lucia Occhialini [39 anos]

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"Eu sempre tive muita cólica, sofri muito e tomei muito medicamento, mas nunca desconfiei que tinha endometriose.

Durante um período de férias, senti muita dor e fui internada, porém, os médicos não chegaram a nenhum diagnóstico. Voltei para São Paulo e após diversos exames recebi o o diagnóstico de endometriose.

O tratamento foi um pouco dolorido no começo, usei diversos medicamentos, mas não me adaptei a nenhum deles. Parei com o tratamento e tive que fazer outra cirurgia de videolaparoscopia para reduzir os focos da endometriose. Descobri o DIU de Progesterona, que evita que os focos de endometriose se formem.

Hoje eu consigo controlar a doença de uma forma tranquila através de uma boa qualidade de vida. "

Cláudia Vasconcelos [44 anos]

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"O diagnóstico da endometriose demorou muitos anos. Sentia cólicas desde a primeira menstruação e cheguei a tirar um dos ovários, aos 26 anos e ninguém sabia que era endometriose. Foram dez anos de dores intensas, tomando muitos analgésicos e privações, sem saber do que se tratava.

Finalmente encontrei um profissional que conseguiu descobrir a doença. Fiz uma cirurgia que me ajudou muito. Depois disso consegui engravidar aos 40 anos, após um tratamento, e tive trigêmeos. Não menstruo mais e mantenho a doença sob controle.

O importante é que nunca deixei que a doença me impedisse de viver. Hoje trabalho e produzo muito.

O importante é não relaxar".

Gisele Aguiar T. Pereira [32 anos]

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"Aos 28 anos resolvi engravidar, tentei por três anos e não consegui. Procurei um médico e no primeiro exame já foi diagnosticado endometriose, seria necessário fazer a cirurgia, já que eu tinha o grau mais sério da doença. Porém, dias antes da intervenção engravidei.

Como todos os meus órgãos estavam aderidos, quando meu bebê estava com 1 ano e 4 meses fiz a cirurgia. Tiveram que retirar 10 cm do meu intestino, que estava bem comprometido.

A recuperação não foi muito boa, fiquei três dias sem colocar uma gota de água na boca, com dois drenos e não conseguia fazer xixi sem sonda. Após 1 ano da cirurgia, fiz exames e está tudo OK. Aliás, estou tentando engravidar do segundo filho.

Não pratico exercícios regularmente e também não tomo nenhum medicamento. Mas, estou de olho na endometriose."

Ana Márcia d'Amore [47 anos, engenheira química]

"Minha história com a endometriose começou muito cedo. Fiquei menstruada aos 11 anos e sempre tive dor durante a menstruação, mas considerava normal. Porém, aos 35 anos, quando comecei a tentar engravidar, o meu ginecologista pré-diagnosticou a endometriose através de um exame de ultrassonografia.

Como morava em Cachoeira Paulista, interior do estado de São Paulo, o meu médico me aconselhou a consultar um especialista no assunto na capital paulista. Foi o que fiz e em apenas alguns dias eu já estava sendo submetida à videolaparoscopia. A cirurgia foi bem sucedida, mas, seis meses depois, tive que fazer uma segunda, para tirar um foco de endometriose remanescente no meu organismo.

A recuperação de ambas as cirurgias foi ótima e, apesar de não ter tido filhos, sou feliz e grata a Deus e aos bons profissionais que cuidaram e cuidam de mim. Meu marido, minha família e os meus amigos me ajudaram muito a superar todas as dificuldades.

Hoje em dia faço exames periódicos anualmente e o meu estado clínico está ótimo. Procuro cuidar da minha saúde com alimentação equilibrada e caminhada três vezes por semana, entre outras atividades pessoais e profissionais."

Adriana Pedornesi Calfa [38 anos, gerente financeira]

"O meu problema com a endometriose certamente não existia até poucos anos atrás, pois engravidei aos 19 anos da minha primeira filha e aos 28 anos da segunda, sem nenhum tipo de dificuldade. Tudo começou há uns três anos, com o aumento do meu período menstrual, que de três dias passou para cinco, oito, quinze e chegou até a durar o mês inteiro.

Logo nos primeiros exames de ultrassonografia e ressonância magnética de abdômen já foi diagnosticada a endometriose. Passei por três médicos e os três me deram uma única alternativa: fazer a cirurgia.

Na ocasião, além dos focos de endometriose, também foram retirados alguns cistos que eu tinha nos ovários. Mas, 14 dias depois, tive que fazer uma nova operação.

Como as cirurgias não tiveram resultados positivos procurei então uma quarta avaliação clínica, que finalmente conseguiu me tratar. Hoje, tomo um anticoncepcional sem intervalos, e precisei fazer uma ablação do útero. É como queimar toda a parede do útero, para diminuir o tamanho do endométrio. E, desde então, nunca mais tive hemorragias, o que era o meu maior problema, pois já tinha duas filhas e não queria mais engravidar.

Hoje, me sinto bem, tenho cólicas sem muita expressão e consegui realmente estacionar a doença. Faço exercícios físicos pelo menos três vezes por semana e tomo meu medicamento certinho, sem interrupção.

Tenho plena consciência que a endometriose não tem cura, mas tem tratamento. E é possível sim viver com ela, com qualidade de vida!"

Cristiane Rodrigues [39 anos, secretária]

"Desde a minha primeira menstruação, sentia fortes cólicas e os fluxos eram abundantes. Em 2003 fiz uma videolaparoscopia e descobri que sou portadora de endometriose. Comecei, então, uma peregrinação a vários médicos. A doença para mim era uma grande incógnita.

Fiquei bastante abatida e triste com a possibilidade de não poder ter filhos, até que resolvi pesquisar e conhecer tudo sobre a endometriose.

Descobri um especialista em São Paulo e marquei uma consulta. Ele me incentivou a correr, o que, na hora, achei uma piada, pois, além de asmática, tenho hérnia de disco. Porém, ele me explicou que a atividade física seria necessária ao tratamento contra a endometriose, devido à liberação de endorfina durante o exercício.

Em 2005 fui operada. Logo após a recuperação, comecei a fazer caminhadas e, em pouco tempo, a correr. Cheguei a correr 21 quilômetros, participei de uma prova de 10 quilômetros, e até que não fui mal. Passei a gostar mais de mim, e consegui focar minhas forças na tão sonhada gestação.

Fiz uma fertilização in vitro e na primeira tentativa engravidei. Sou mãe de um lindo garotinho, o João Pedro, hoje com três anos. Nunca achei que pudesse sentir algo tão grandioso como o amor que sinto pelo meu filho. Cada vez que olho aquela carinha linda lembro da dedicação, do carinho e da competência desse médico, que não tenho dúvidas, foi enviado por Deus."

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